Guardião Digital
Itaú lança “Modo Protegido” para casos de roubo de celular
Edição nº 30 ·
Compartilhar esta edição
Gustavo Marquini
CEO do Davi
Itaú lança “Modo Protegido” para casos de roubo de celular
O Itaú Unibanco lançou, nesta quarta-feira (22), o Modo Protegido, funcionalidade que altera as permissões para transações no aplicativo e atua como uma proteção extra em caso de roubo ou furto do celular.
- Cadastro de redes Wi-Fi seguras: o cliente pode cadastrar redes Wi-Fi confiáveis diretamente no app do Itaú.
- Limites para transações fora de redes seguras: sempre que uma transferência for feita em uma rede não cadastrada como segura, o app exigirá reconhecimento facial.
- Ativação automática por localização: ao sair de uma rede confiável, o Modo Protegido é ativado automaticamente.
📲 Como ativar o Modo Protegido no app Itaú
- Acesse o app Itaú
- Toque na foto de perfil e vá em “Segurança”
- Ative a localização e o reconhecimento facial
- Cadastre redes Wi-Fi seguras ou escolha entre as sugeridas
- Defina limites diários para Pix, TED e TEF fora de redes seguras
Novas regras de estorno do Pix começam a valer: o que muda na prática?
As novas regras do Mecanismo Especial de Devolução (MED) entraram em vigor esta semana e trazem mudanças importantes para fortalecer o combate a fraudes e agilizar a devolução de valores em caso de golpes.
As medidas, definidas pelo Banco Central, tornam o processo mais rápido, integrado entre instituições e com mais proteção para quem foi vítima.
- MED 2.0 obrigatório: todos os bancos e instituições que operam o Pix devem adotar a nova versão do mecanismo de devolução.
- Rastreamento do dinheiro: o valor pode ser acompanhado mesmo após transferências para outras contas.
- Bloqueio automático: contas suspeitas de fraude podem ser bloqueadas preventivamente.
- Devolução mais rápida: o prazo para recuperação do dinheiro tende a ser menor.
- Troca de informações: bancos passam a compartilhar dados para facilitar bloqueios e devoluções.
- Contestação pelo app: a vítima pode solicitar a devolução direto no aplicativo do banco.
Golpe do IPTU
Nesta época do ano, com a entrega dos carnês de IPTU, golpes envolvendo boletos falsos voltam a se espalhar. Criminosos enviam cobranças falsas para o endereço das vítimas ou mensagens por WhatsApp, SMS e e-mail com códigos de pagamento, se passando pela prefeitura.
Muitas vezes, os boletos parecem legítimos e usam nomes, logos e valores semelhantes aos oficiais, o que aumenta o risco de pagamento indevido.
A Secretaria da Fazenda não oferece suporte via WhatsApp, SMS ou e-mail.
Para consultar e emitir guias para pagamento do IPTU, do ITBI ou de quaisquer tributos municipais, acesse apenas os canais oficiais da Prefeitura do seu município.
Golpe do FreeFlow
Os criminosos estão aproveitando a implementação do Pedágio Eletrônico Freeflow, de cobrança automática e sem cancela, para aplicar golpes.
Segundo a empresa "Kaspersky", mais de 50 domínios falsos em nome do Freeflow foram criados pelos bandidos desde dezembro de 2025.
O golpe se inicia quando o motorista busca por serviços de quitação de pedágio em sites de busca e clica em anúncios patrocinados ou em publicações de redes sociais. Estes links direcionam para domínios fraudulentos, registrados com nomes que simulam plataformas de pagamento de pedágios eletrônicos.
Não existe um site único para consulta e pagamento de taxas de pedágio. A consulta deve ser feita diretamente no site da concessionária responsável pela rodovia na qual você passou.
LinkedIn vira alvo de nova onda de ciberataques, alerta Asper
A empresa de cibersegurança Asper identificou uma nova onda de ciberataques no LinkedIn no mês de janeiro. Segundo a empresa, o golpe utiliza comentários públicos de "suporte" e abordagens de falsos recrutadores para "sequestrar" as contas dos usuários e, a partir delas, invadir redes corporativas.
O método se enquadra em ataques de phishing, técnica em que golpistas se passam por pessoas ou serviços legítimos para induzir as vítimas a compartilhar informações sensíveis, como credenciais de acesso.
Entre as estratégias mais comuns está a chamada “tática do medo”, na qual os criminosos comentam publicamente em postagens fingindo ser o suporte oficial do LinkedIn e alegando violações das políticas da plataforma. Já na “tática do ego”, as vítimas recebem mensagens privadas de falsos recrutadores, consultores ou headhunters, com promessas de oportunidades profissionais.
Embora o ataque comece em perfis individuais, o objetivo final é atingir empresas. Como o LinkedIn concentra profissionais, gestores e decisores em grande escala, o comprometimento de uma única conta pode abrir caminho para fraudes, espionagem e invasões em ambientes corporativos inteiros.